quinta-feira, 5 de julho de 2012

Com o lean, toda operação ‘percebe perdas e pensa em soluções’, diz gerente da Brasil Foods

Uma das maiores empresas de alimentos do mundo, fruto da fusão da Perdigão e da Sadia, a Brasil Foods já conseguiu resultados concretos ao adotar, desde agosto de 2009, o sistema lean.

Segundo Eldo Curtareli, Gerente Corporativo de Processos da empresa, a BRF já obteve aumentos expressivos de capacidade de produção, além de redução de estoques intermediários em suas fábricas.
Eldo vai detalhar o case lean da BRF no Lean Summit 2012, na seção “Transformando Múltiplas Plantas”.

No evento, 33 grandes empresas de setores variados, entre as mais importantes do país, compartilharão suas experiências e os ganhos com a adoção do sistema lean.
“Apesar de muitos programas que incentivam a participação da base em busca de melhoria contínua, não conseguíamos extrair todo o potencial criativo e de conhecimento existente em cada funcionário, o que, sabemos, é um enorme desperdício, pois os especialistas são as pessoas da linha de produção. Na busca pela excelência operacional, iniciamos o lean e conseguimos fazer com que toda a operação – não apenas os gestores – perceba as perdas e pense em soluções de forma ágil e focada”, resumiu Eldo.
 
 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Para Whirlpool, Summit é o meio de ‘buscar melhores práticas para manter e aprimorar o nível de excelência’

Líder do mercado latino-americano de eletrodomésticos no Brasil, com as marcas como Brastemp, Consul e KitchenAid, a Whirlpool Latin America vem implementando os conceitos do lean manufacturing desde 2003. E vai apresentar seu case no Lean Summit 2012.
A empresa vê o evento como um meio de buscar melhores práticas para manter e aprimorar o nível de excelência de seus produtos.

Nosso objetivo central será dividir experiências e aprender com outras companhias, mesmo que tenham negócios totalmente diferentes, pois sempre podemos adaptar as lições para nossa realidade”, afirmou José Júlio Pereira, diretor de operações de Manufatura, Serviços, Peças e Qualidade da empresa.
Com fábricas em Joinville (SC), Manaus (AM) e Rio Claro (SP), a Whirlpool possui aqui 14 mil colaboradores, 23 laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento e quatro Centros de Tecnologia.
No Lean Summit 2012, 33 grandes empresas de setores variados, entre as mais importantes do país, compartilharão suas experiências e os ganhos com a adoção do sistema lean.
 
 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Docol aprofunda ‘logística lean interna’, explicam especialistas

Edgar Telles de Proença, Coordenador de Melhoria Contínua da empresa, disse que atualmente a Docol busca se aprofundar nos conceitos de “logística lean interna”, por meio da adoção de “rotas padronizadas”, além de buscar a implantação plena de uma Produção Puxada nivelada.

Edgar e, também, Yendison da Silva Oliveira, Gerente de Logística da companhia, explicam que adoção do sistema lean foi o resultado definitivo de uma “busca” que a empresa fazia há anos para melhorar sua produtividade e competitividade no mercado.

Estávamos buscando formas de melhorar nossa produtividade e fazendo visitas a várias empresas para trocar experiências. Nenhuma das empresas que até então tínhamos visitado tinha iniciado a implantação do lean, pois, naquela época, 2003 e 2004, isso ainda era um assunto muito novo por aqui, em Santa Catarina”, relembra Yendison.

Foi quando recebemos a visita de uma empresa multinacional, para ver nosso programa de reaproveitamento de água. Em retribuição, convidaram-nos para visitar sua planta de Curitiba. Essa empresa estava implantando a filosofia lean, e aquela visita foi nosso primeiro contato com esse sistema de gestão. Imediatamente, reconhecemos no lean o que há muito tempo estávamos procurando”, finalizou Edgar.

Os dois especialistas da Docol vão detalhar o case da empresa no Lean Summit 2012.

Maior exportadora de metais sanitários da América Latina, fundada há mais de 55 anos no sul do país, com sede em Joinville, Santa Catarina, a Docol vem conseguindo resultados expressivos com a adoção do lean.

A companhia é hoje uma empresa de referência mundial em exportações: exporta seus produtos para mais de 40 países, em todos os continentes.

Com o lean, Delphi ‘mapeou e reviu’ processos produtivos, detalha a coordenadora

Cláudia Santos, Coordenadora Lean da Delphi, afirmou que a Delphi vem implementando desde 2008 o sistema lean em todas as áreas da empresa, iniciativa que a companhia chama de EOS (Enterprise Operating System).
 Para isso, a Delphi mapeou os fluxos de processos de todas as áreas da empresa. Em seguida, reviu todos os processos produtivos.

O objetivo foi assegurar a conectividade entre todas as áreas, além de gerar um controle visual que permita a implementação dos princípios lean.

Sabemos que somente a cultura da melhoria contínua vai nos ajudar a continuar crescendo com a lucratividade neste mercado cada dia mais competitivo”, disse Cláudia, que vai detalhar o case da companhia no Lean Summit 2012.

A Delphi é uma das líderes mundiais em tecnologia de eletrônica móvel, componentes automotivos e sistemas de transportes.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Lean gerou o Siemens Production System e está hoje em toda a empresa, diz coordenador

Cesar Zanini, SPS Coordinator da companhia, explica que a Siemens brasileira começou a implementar o lean no final da década de 90, com iniciativas e programas pilotos em algumas das fábricas da empresa.

Segundo Cesar, isso evoluiu, ao final de 2010, para o modelo SPS (Siemens Production System ou Siemens Performance System), que hoje ocorre, de forma integrada, em todas as unidades de negócios no Brasil, nas áreas que a empresa denomina internamente como Energy, Healthcare, Industry, Infraestructure & Cities, incluindo também as áreas internas administrativas.

A Siemens atua há mais de 100 anos no Brasil, onde mantém mais de 10 mil funcionários, 7 centros de pesquisa, 13 unidades fabris e 12 escritórios regionais.

A empresa vai detalhar seu case lean no 10º Lean Summit Brasil 2012.



Delphi já passou por ‘3 etapas lean’, explica especialista

Cláudia Santos, Coordenadora Lean da Delphi, diz que a empresa já passou por “três etapas” principais na implementação do sistema lean, que começou em 2008.

A Delphi é uma das líderes mundiais em tecnologia de eletrônica móvel, componentes automotivos e sistemas de transportes.

Na “primeira etapa”, relembra Cláudia, o desafio foi treinar a organização quanto aos conceitos básicos do lean e – ao mesmo tempo – convencer a todos os colaboradores sobre os benefícios do sistema.

Na “segunda etapa”, detalha a especialista, a empresa passou a se aprofundar no conhecimento sobre as “ferramentas” do lean, como nivelamento de produção, poka-yoke e trabalho padronizado.

Segundo ela, empresa está atualmente na “terceira etapa”: focada no desenvolvimento da liderança lean. “Sem a qual, os ganhos não são sustentáveis”, disse Cláudia.

A especialista vai detalhar as “três etapas” no Lean Summit 2012.
 
 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Lean gera ‘ganhos expressivos de produtividade’ na Docol, dizem gerente e coordenador

Maior exportadora de metais sanitários da América Latina, fundada há mais de 55 anos no Sul do país, com sede em Joinville, Santa Catarina, a Docol vem conseguindo resultados expressivos com a adoção do sistema lean.

Segundo Edgar Telles de Proença, Coordenador de Melhoria Contínua da empresa, e Yendison da Silva Oliveira, Gerente de Logística da companhia, após iniciar a implementação do sistema lean em 2004, a Docol vem colecionando, a cada “rodada de melhorias lean”, ganhos “expressivos de produtividade”.

Edgar explica que, por ser uma companhia altamente “vertical”, a implementação do sistema lean começou a ser realizada na Docol “de porta em porta”, visando, assim, eliminar os desperdícios e a superprodução desnecessária.

Num primeiro momento, relembram os especialistas, a empresa utilizou os conceitos lean que ajudaram a “enxergar” os desperdícios, que geralmente ficam escondidos em meio aos processos produtivos.

Fizeram isso usando, por exemplo, a “ferramenta” lean denominada “Mapeamento de Fluxo de Valor”, que gera um “mapa” que mostra, dentro dos processos produtivos da empresa, quais são os processos que realmente criam valor e quais são meros desperdícios.

Com base nisso, a empresa começou a utilizar os conceitos lean de “célula de produção” e não mais de “linha de produção”, além de adotar o conceito lean de “Produção Puxada”, cuja produção deve obedecer estritamente a demanda, nem mais, nem menos – o inverso do conceito tradicional “fordista” da “Produção Empurrada”.

Os dois especialistas da Docol vão detalhar o case da empresa no Lean Summit 2012.